Vídeo: Casal desaparecido em 1942 encontrado no interior de um glaciar


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Vídeo: Casal desaparecido em 1942 encontrado no interior de um glaciar

Vídeo: Casal desaparecido em 1942 encontrado no interior de um glaciar”

Corpos foram encontrados um ao lado do outro Foi anunciado, nesta terça-feira (18), que os corpos de um casal que desapareceu em 1942 em uma geleira nos Alpes Suíços foram encontrados.

Familiares de Marcelin e Francine Dumoulin, pais de sete filhos, não tinham notícias do casal desde 15 de agosto de 1942.

"Nós passamos toda a nossa vida procurando por eles", disse Marceline Udry-Dumoulin ao diário Le Matin de Lausanne. "Pensamos que um dia poderíamos lhes dar o funeral que mereciam", disse Marceline Udry-Dumoulin, a filha mais nova do casal, hoje com 75 anos.

Testes de DNA serão realizados para confirmar a identificação de Marceline e Francine, mas os corpos foram achados com documentos de identidade. As vestes do casal eram típicas de pessoas do período da segunda guerra mundial.

- Estavam perfeitamente preservados na geleira, seus pertences estavam intactos - disse Tschannen.

Eles estavam na geleira Tsanfleuron, que diminuiu de tamanho, de acordo com a imprensa local. Eles estavam desaparecidos há 75 anos. Agora, eles devem organizar os preparativos para um funeral.

O dono da Glacier 3000, Bernhard Tschannen, acredita que Marcelin e Francine tenham caído em uma fenda e, assim, permanecendo por sete décadas.

Após dois meses e meio de buscas sem resultados, os sete filhos do casal - cinco rapazes e duas raparigas, com idades então entre os dois e os 13 anos - foram colocados em famílias de acolhimento. "Eu posso dizer que após 75 anos de espera, essa notícia me dá uma sensação profunda de calma", concluiu. Segundo a aposentada, que continua a morar na mesma vila onde viveu a vida toda, aquela era a primeira vez na qual a mãe acompanhava o pai em uma das aventuras para tolher o gado, afinal, nos anos anteriores a mulher sempre esteve grávida ou adoentada. "Nós continuamos vivendo na região, mas nos tornamos estranhos", finalizou. Acho que branco seria mais apropriado.



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